Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 10/01/2021
No livro ‘‘O ceifador’’, é mostrada uma sociedade na qual a IA(Inteligência Artificial) articula com todo o planeta, sendo utilizada como uma ferramenta corriquira desse mundo. Todavia, não é somente na ficção que o uso das tecnologias autonomas estão presente, dado que, segundo o site G1, a USP(Universidade de São Paulo) já está desenvolvendo aparelhos com autorregulação para a realização de tarefas mais simples. Desse modo, ao analisar essas informações, cabe debater como os problemas de segurança dessas máquinas, em parceria com seu potencial de aumentar o desemprego se tornam impasses éticos e morais para a sua implementação.
De iníco, deve-se destacar que, para o filósofo Santo Agostinho, ‘’nenhuma das criações humanas estão passíveis de acertos’’. Ademais, esse pressuposto pode ser comprovado ao se analisar que todas as invenções humanas sempre foram imperfeitas e estão constantemente mudando para um estado mais eficiente que o anterior. No entanto, a IA ao ser inerentimente capaz de se modificar e autualizar o regredir o seu sistema operacional sozinha, essa ferramenta mostra-se assustada, em especial, para situações que envolvem a segurança humana, dado que, podem realizar ações imprevisíveis e, com isso, por milhões de vidas em risco. Dessarte, a implementação dessas novas tecnologias deve ser algo a ser analisado cuidadosamente, já que, implica em uma ação de difícil reversão.
Em segundo lugar, vale ressaltar que durante todas as revoluções indústriais o aumento na capacitação das máquinas sempre teve como o subpruduto o desemprego e a substituição de humanos por outras formas de produção mais eficientes e econômicas. Porém, essa ação acontece até os dias atuais, visto que, de acordo com o jornal Época, instumentos autônomos ameaçam ‘‘roubar 800 milhões de empregos até 2030 em todo o planeta. Dessa forma, esses dados denotam como a consolidação dessas técincas devem ser tratadas cautelosamente, de forma a evitar reduzir as chances de pessoas sem qualificações apropriadas perderem suas fontes de renda para instrumentos emancipados da necessidade de um operador ou por falta de outros ofícios.
Portanto, ao obeservar esse quadro, cabe debater como tais impasses podem ser solucionados de forma a resolver os problemas apresentados. Para tanto, é dever do Ministério da Tecnologia criar medidas de segurança quanto a produção de IAs, além de buscar ampliar as profissões que de áreas tecnológicas para substituir as que foram ocupadas por máquinas. Isso pode ser feito por meio da formação de sistemas de identificação de problemas operacionais de equipamentos inteligentes e adesão a novos empregos que promovam maior versatilidade de trabalhos. Dessa maneira, será possível solucionar as mazelas que esses aparelhos podem causar de forma eficiente e moderada.