Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 07/10/2020

A Inteligência Artificial é um avanço tecnológico introduzido na sociedade contemporânea, tendo como exemplo, as redes sociais, entre diversas fontes existentes. Assim como há vantagens do seu uso, em contrapartida, existe diversos impasses éticos e morais perante o uso dela, como o controle de informações dos usuários, além da falta de conhecimentos de algumas pessoas sobre o tema, o que gera preconceito.

Nessa perspectiva, conforme estudiosos, como o grande astrofísico Stephen Hawking, dizia que o advento da Inteligência Artificial é o maior evento realizado na história da humanidade. Ademais, isso mostra o quão impactante e inovador, vem sendo o uso desse algoritmo, pois demonstra um superávit tecnológico, porém, é primordial ponderar que é preciso criar mecanismos de segurança perante essa nova tecnologia, pois, ocorre coletas de dados importantes dos usuários, como endereço, nome completo, idade e até mesmo documentos.

Nesse sentido, conforme o ex-presidente dos Estados Unidos da América, denominado John Kennedy, " a mudança é a lei da vida, aqueles que olham apenas para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro", ou seja, ressalta que é necessário haver progresso e que haja abertura diante do que é novo, como a Inteligência Artificial. Outrossim, vale destacar que muitas pessoas agem com preconceito em relação à essas transformações, devido à ignorância sobre o tema e utilização de maneira incorreta, o que causa um retrocesso na tecnologia.

Portanto, é dever do Ministério da Ciência e Tecnologia, que é um dos mais importantes, promover campanhas e palestras à respeito sobre a Inteligência Artificial, por intermédio de aulas gratuitas e “podcasts” à população com profissionais de informática habilitados a isso. Além de uma melhor fiscalização dos responsáveis sobre o uso correto da tecnologia, com a finalidade de mostrar os efeitos negativos e positivos de um algoritmo novo e uma melhor segurança dos usuários que utilizam essas redes, consequentemente um declínio do preconceito da mudança virtual.