Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 08/10/2020
No filme ‘‘Eu, Robô" é representado a transição de uma sociedade que recebia a submissão de robôs que aparentemente não possuíam consciência, para um esquema de perseguição desses dispositivos conscientes. O uso da Inteligência Artificial (IA) é algo novo, que já influência nações, indústrias, comércio e infelizmente pessoas.
Uma vez que a humanidade se torna dependente de ferramentas
tecnológicas, as habilidades cognitivas emocionais e sociais sofreram terríveis mudanças. Pois, a capacidade de tomar decisões, buscar soluções e lidar com problemas são facilmente solucionadas. Gerando uma dependência e doenças como a nomofobia, que é o medo de estar sem aparelhos tecnológicos. Além disso, uma pesquisa da Universidade Federal do Espírito Santo diz que um em cada quatro adolescentes brasileiros são dependentes de tecnologia.
Com a inovação tecnológica da IA, em busca de lucro, a ética e a moral estão sendo deixadas de lado. Uma vez que pessoas com baixa escolaridade têm suas funções substituídas por máquinas, destacando ainda mais a desigualdade social. Essa substituição só acentua o desemprego que é vivido por milhares de pessoas.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e inovação em conjunto com o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde, devem promover qualificação profissional para a população vítima da mudança promovida pela inteligência artificial. Por meio de cursos preparatórios, e acompanhamento médico psiquiátrico para a população dependente de ferramentas tecnológicas. Para que dessa forma, a IA seja uma ferramenta propulsora de crescimento tecnológico nacional.