Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 11/10/2020
O homem é a ferramenta perfeita e fundamental para haver inteligência; portanto, é a chave de tudo. O filme Exterminador do Futuro, a gênesis trata-se apenas de uma previsão, possível, porém ao mesmo tempo eivada de incerteza. Nesse viés, acerca dos impactos éticos e morais do uso da Inteligência Artificial(IA), precisa-se aprofundar o assunto, pois, a ficção é uma estrada longa que leva à resultados incertos.
Em primeiro plano, é de bom alvitre lembrar Heráclito que dizia: “não se pode banhar duas vezes nas águas de um rio.” Desse modo, com o pensamento voltado às observações das coisa da natureza(quente, firo, verão e inverno), o filósofo mostrou que o mundo está em acelerada mudança. De fato, essa previsão estava certa, tanto que, nos últimos dois séculos as transformações tecnológicas permitiram ao homem ir à Lua; aproximou as pessoas de forma surpreendente com o advento da Tecnologia de Informação.
Todavia, sempre houve questões divergentes, sob os pontos de vistas ético e moral, quanto à máquinas(IA) tomarem decisões. Em verdade, valendo-se da História para conhecer exemplos dissonantes entre o saber e a fé, a Igreja Católica acusava de bruxaria as previsões dos astrólogos, físicos e químicos, época conhecida por Inquisição.
Isto posto, até que ponto seria seguro um computador ocupar o lugar do programador é a pergunta que sugestiona o presente tema e máquinas só expressam resultados lógicos, binários, programados. Enfim, até que se prove o contrário, tudo é ficção científica, pois o homem é a criação Divina, perfeita em imagem e semelhança ao Criador.
Então, se certo ou errado eis que ainda, a IA erra por culpa da programação. sugere-se aos governos, mecenas da atividade científica(AC) e, mesmo a iniciativa privada, tem o cabal dever de explorar a tecnologia, sempre em prol da vida, premiando e patrocinando profissionais comprometidos com valores seguros, éticos e morais. Dessa forma assegurar-se-á que AC é um meio, mas não um fim em si.