Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 17/10/2020

As tecnologias obtidas por meio da revolução Técnico-Científica-Informacional (séc. XX) representaram grande avanço para a humanidade. Contudo, devaneios condizentes aos malefícios da utilização das ferramentas, necessitam o debate aberto sobre os princípios éticos e morais a respeito do uso de inteligência artificial. Desse modo, a independência desses sistemas e a super tendência de automação,  causam alarme e contribuem para a discussão de tal problemática.

A priori, a falta de controle humano sob as novas tecnologias causam grande preocupação na população mundial pois é esperado novas tecnologias que utilizam a inteligência artificial. Nesses viés, observa-se, por exemplo, a inovação dos carros automáticos que independem da ação humana e que são alvos de grandes discussões no que diz respeito a segurança da vida humana em mãos cibernéticas. Desse modo, causa-se enorme alarde devida as escassas informações agregada ao natural desconhecimento.

Outrossim, a busca pela computadorização, mecanização e automatização dos setores do trabalho das empresas se tornaram uma constante cada vez mais requisitada. Porém, essa prática fomenta a temática do desprego, já que há a substituição do trabalho humano pelo robótico, a exemplo , derivados ramos onde há a industrialização são os setores que mais usam essa tecnologia no meio de produção.

Portanto, é evidenciada a necessidade de informar a grande massa, visto que são forçados a adaptações pela evolução do mercado de trabalho e das relações humanas. Desse modo, é fundamental que o Estado, em parceria com o Ministério do Trabalho e o Ministério da Tecnologia da Tecnologia, promova não só a informação, mas também a capacitação profissional, por meio de cursos profissionalizantes gratuitos  oferecidos a jovens recém formados no ensino médio, com a  finalidade de qualificara mão de obra brasileira e assegurar o trabalho conjunto a tecnologia e não sua substituição.