Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 20/10/2020
É um fato que a Inteligência Artificial se mostra cada vez mais presente no nosso cotidiano. A tecnologia aparece de forma obrigatória nas grandes empresas devido ao grande volume de dados, que precisam ser convertidos em informações úteis. No entanto, pequenos comerciantes também aderiram à moda. É muito comum mandarmos mensagem para a pequena loja do bairro e recebermos uma resposta automática pré-programada, afim de ganhar tempo. Os robôs estão ganhando espaço na sociedade de forma autônoma e autêntica, porém, como tudo relevante que compõe nossa comunidade, precisamos de regras e deveres. A Inteligência Interficial pode ser nociva se não seguirmos princípios éticos e morais.
Com a autonomia exacerbada que será dada aos robôs, eles tomarão suas próprias decisões, que podem ser consideradas boas ou más. Até 2030, acredito que seja necessário criar uma constituição para os filhos da Inteligência Artificial, limitando-os para tarefas que não precise de tomada de decisões que influenciam na vida de outra pessoas. Por ex.: juíz, advogado, policial ou qualquer outro que demanda capacidade intuitiva e racional.
A grande horda de profissional sendo substituídos já é um problema. Muitos empregos irão desaparecer até 2040, o que irá formar uma grande parcela de desempregados. Nesse quesito, é preciso ética dos próprios humanos, para que não sumam com os serviços repetitivos, que no geral, são exercidos pela população mais pobre.
Enfim, as autoridades precisam discutir esse tema mais frequentemente, através de meios midiáticos e formais. A Inteligência Artificial pode ser muito boa, no entanto, se mal utilizado, levará à tempos difíceis para a humanidade. É preciso mais debates e atenção para essa tecnologia.