Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 23/10/2020
O filme norte-americano “AI-A Inteligência Artificial”, retrata falhas no sistema operacional de um robô criado para desempenhar funções humanas. Analogamente, fora das telas, as inovações tecnológicas ressaltam crescentemente as consequências negativas de seu uso para a sociedade contemporânea. Nesse sentido, seja pelo elevado desemprego gerado ou pelo risco de possíveis erros nocivos à saúde humana, a permissividade da supremacia técnico-informacional cunha-se perigosa ao bem-estar das populações e, por isso, carece de cuidados.
Previamente, é necessário salientar a incompatibilidade do raciocínio animal com um objeto ciberfísico. Conforme as novas tecnologias estão diretamente conectadas à internet, após a Revolução Tecnica-Científica Informacional, o número de conteúdos absorvidos por uma máquina é extremamente maior que a capacidade humana de processamento. Sob essa ótica, a incipiente educação da maioria dos países gera um risco às ocupações civis, ao passo que os objetos robotizados caracterizam-se suficientes para realizar qualquer função. Segundo o educador Paulo Freire, “se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”. Desse modo, investir em um ensino de qualidade é imperioso para estabelecer um contato harmônico entre homens as inovações.
Ademais, a passividade de equívocos prejudica a credibilidade de artifícios operacionais em funções importantes. À medida em que o uso de tecnologias residenciais funcionais — Como limpadores de chão por GPS — e os recentes testes em carros voadores tornam-se comuns, a maior propensão à acidentes populacionais e a disponibilidade maior de dados civis às empresas são fortificados. De acordo com a Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço Americana (NASA), um aparelho foi recentemente desligado, pois desprezava os comandos de analistas e operava-se sozinho. Indo de encontro ao pensamento do filósofo John Locke, “é dever do Estado oferecer mecanismos para o bem-estar social”. Logo, é evidente a precisão dos governos nos debates sobre os riscos das evoluções.
Portanto, ações são indispensáveis para que as evoluções ciberfísicas não sejam prejudiciais à população. Dessa maneira, o investimento dos países no ensino público, por meio do destino elevado de verbas dos respectivos Fundos Nacionais de Educação às universidades gratuitas — Caso hajam — Ou a maior oferta de bolsas integrais universitárias, é essencial a fim de atualizar os civis para que não sofram com o desemprego. Além disso, a discussão sobre os entraves éticos e os perigos da Inteligência Artificial entre as nações, por intermédio da união entre o Conselho de Segurança da ONU e os principais blocos políticos — Como o BRICS e a União Europeia —, é fundamental para ofertar informações às pessoas. Apenas assim casos como o de “AI” e o da NASA não serão normalizados.