Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 26/10/2020
Com o progresso da evolução tecnológica, a criação e utilização de inteligência artificial (I.A.) está sendo, cada vez mais, discutida. Afinal, ela apresenta tanto risco assim aos humanos? Sim, no mundo contemporâneo, uma I.A. pode, facilmente, aproveitar-se de toda a tecnologia que foi criada e virar-se contra à espécie humana.
Em primeiro plano, de acordo com o sociólogo francês Emile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas leis e condições de que depende. Partindo desse princípio, a utilização de uma I.A. completamente autônoma só deve ser feita se um sistema complexo de segurança for criado, pois esse será capaz de detê-la, caso haja a perda de controle desta.
Em segundo plano, mas não menos importante, o site informativo Globo dissertou sobre o assunto e, com o auxílio de especialistas, foi constatado que ainda não há a confiança suficiente para que uma I.A. assuma o controle de um avião, por exemplo. Essa pesquisa, feita com o auxílio do astrofísico Stephen Hawking, proporcionou uma resposta um tanto quanto promissora, para ele, os sistemas cibernéticos de segurança não estão preparados e devem ser aprimorados ou até reconstruídos para tal finalidade.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. um órgão de segurança mundial deve ser criado com a participação dos países mais desenvolvidos e, por meio de estudos e pesquisas, leis devem ser criadas com a finalidade de impedir a criação de máquinas autônomas do gênero, pelo menos até a segurança desse sistema ser provada, e também, para uma I.A. ser aprovada, deverá passar por inúmeros testes científicos e se destacar positivamente em todos, com um percentual alto de acertos. Assim, os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial serão freados na sociedade hodierna.