Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 04/11/2020
A inteligência artificial presente em diversas obras de ficção científica, está cada dia mais intrínseca no cotidiano da população mundial. No entanto, apesar de ter esse contato direto através de Smartphones e aplicativos muitos indivíduos não entendem a funcionalidade e até mesmo temem essa inteligência. Portanto, o que torna as inteligências artificiais amedrontadoras?
A abordagem dos softwares inteligentes em filmes e séries trazem à narrativa a dominação das máquinas perante os humanos. Certamente, a indústria do cinema e da televisão moldam a visão dos espectadores a partir de reflexões diante de mundos utópicos ou distópicos. Exemplificando esse viés, o episódio Arcanjo da série Black Mirror traz em seu enredo questionamentos sobre a interferência na privacidade dos indivíduos com o uso dessa tecnologia.
Ademais, a insegurança dos usuários em relação às inteligências artificiais também é pautada pelos frágeis protocolos de segurança existentes atualmente, como é mostrado no documentário o Dilema das redes. Contudo, os impasses éticos da utilização dessa tecnologia poderão ser superados a partir de novos protocolos, pois, esse avanço tecnológico é de suma importância para a revolução científica. Tal qual, proporcionará avanços na medicina, indústria e pesquisa.
Fica evidente, portanto, que medidas são necessárias para atenuar os problemas de segurança e privacidade dos sistemas inteligentes. Logo, é imperativo que os Ministérios de ciências e tecnologias dos países implantem políticas éticas a serem seguidas pelas empresas desses softwares, por intermédio de implantação de multas e restrições as companhias. Ao propósito de desconstruir a imagem negativa do avanço tecnológico.