Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 04/11/2020

A tecnologia começou a ter grande desenvolvimento entre o final do século XIX até meados do século XX, na Segunda Revolução Industrial. Graças ao alto nível de inteligência que vem se desenvolvendo até hoje, ela promoveu várias melhorias no trabalho e na vida das pessoas. Porém essa tecnologia está apresentando dificuldades desde o começo do século XXI, como o desemprego e a invasão de privacidade de várias pessoas.

Muitos filmes mostram a troca nas empresas de mão humana por um robô, como no filme “Metropolis”, que mostram as cenas em 2026, com empresas tendo funcionários robôs, mostrando que apenas poderosos vivem acima da terra, e trabalhadores vivendo abaixo, trabalhando incessantemente para manter essa estrutura, como a de antigamente. Mas, isso está começando a acontecer com muita frequência, já que o as máquinas são bem mais rápidas que humanos. Com isso, consequentemente, aumenta a desigualdade social presente.

A maioria da população brasileira possuem redes sociais, e mesmo com essa alto nível de tecnologia, ela possui falhas. Como essas pessoas utilizam, normalmente, diariamente elas, as empresas conseguem seus dados, pelas falhas, conseguindo várias informações diariamente, ocorrendo igualmente em um episódio na série “Black Mirror”. Mesmo tendo uma lei, que dá o direito à vida privada, várias empresas desrespeitam ela.

Com estes fatos, podemos concluir que empresas fazem o mal uso de toda essa tecnologia. Por isso, o Poder Legislativo deveria criar novas leis, fazendo que empresas não troquem humanos por máquinas, assim conseguindo que a taxa de desemprego não aumente. Além disso, o Ministério da Educação, junto com o Ministério da Ciência e Tecnologia, poderiam criar vídeos, publicando nas redes sociais, mostrando algoritmos, conscientizando a todos sobre esse acesso que as empresas têm sobre a vida íntima dela. Com isso, haverá grande diminuição sobre as dificuldades do uso de Inteligência Artificial.