Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 03/11/2020
Com o desenvolvimento da inteligência artificial, ela vem sendo adotada por cada vez mais indústrias e aplicada em diversos campos, mostrando-nos o grande potencial de mudar a realidade, mudando nosso dia a dia e tornando o mundo mais eficiente. A tecnologia avançada pode acumular resultados de aprendizagem que afetam o comportamento humano. No entanto, esses comportamentos devem ser considerados,com isso, vale a pena analisar o conjunto de morais e influências desse impasse.
Porém, o uso da tecnologia se expandiu e lidamos com isso todos os dias por meio de smartphones, carros autônomos e máquinas autônomas. Desta forma, a inteligência da máquina será comparável à das próximas gerações. Portanto, o desemprego aumentara e as máquinas migrarão do trabalho cognitivo físico para o trabalho cognitivo estratégico.
Aliada à expansão da era digital, a comunicação com máquinas também enfrenta enormes desafios morais, como o projeto da Unicamp, que visa prevenir a cegueira causada pelo diabetes a partir de imagens da retina. Porém, um robô não pode ferir humanos, ele deve obedecer aos comandos dados a ele. Além disso, os robôs definem que robôs não podem ferir os humanos.
É óbvio que os conceitos de ética e moral em inteligência artificial promovem o acúmulo de aprendizagem na era digital, portanto, uma medida ética valiosa é diversificar os profissionais ensinando esses algoritmos nas universidades. Porém, para definir o futuro, deve haver um projeto de pesquisa com um sistema vigoroso e seguro para evitar o risco de que a opacidade dessas tecnologias possa trazer suas características inteligentes.