Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 04/11/2020
Isaac Asimov, o pai dos robôs, descreveu uma história de um futuro não muito distante em seu livro “Eu, Robô”. Nesta história, a IA, inteligência artificial, é usada para otimizar tarefas anteriormente usadas por humanos. Fora do romance, mas da mesma forma descrita no livro, a tecnologia avançou exponencialmente desde a Revolução Industrial em meados do século XVIII. Atualmente, tem sua realização das mais triviais às mais complicadas. No entanto, como Asimov mencionou, seu uso não só traz riscos para os humanos, mas também cria um impasse moral e moral.
Como o próprio nome sugere, a inteligência artificial gera questões de ordem filosófica porque desencadeiam debates sobre a definição da consciência. No videogame “Overwatch”, o mesmo problema gerava conflitos entre robôs e humanos, nos quais a primeira pessoa ganhava inteligência suficiente para imaginar sua própria existência e, portanto, exigia igualdade.
Portanto, considerando que não se trata de “se”, mas de “quando”, devem ser considerados todos os riscos relacionados à ocorrência. Nesse sentido, é necessário trazer o conceito distópico do amplamente aclamado filme “Matrix” para um mundo no qual as máquinas são movidas apenas por baterias e exercem domínio absoluto sobre as pessoas. Embora essa visão seja exagerada, ela mostra o que acontecerá na realidade se as medidas adequadas não forem tomadas.
Portanto, parece necessário evitar ameaças de tecnologia avançada. Para alcançar tal objetivo, grandes empresas da área, como Microsoft, Facebook e SpaceX, formarão grupos de pesquisa para estudar IA. O impacto real do investimento nesta área pode levar a um progresso científico e tecnológico acelerado, mas controlado. Portanto, esse risco tende a diminuir gradativamente. Eventualmente, seres humanos e suas máquinas ficarão mais próximos da história do “eu, robô” e longe da distopia de matriz.