Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/11/2020

Conforme a Inteligência Artificial evolui, é adotada por cada vez mais indústrias e aplicada em diferentes setores, ela nos mostra um potencial incrível para mudar nossa realidade, transformando nosso dia a dia e tornando o mundo mais eficiente.

Ao mesmo tempo em que a Inteligência Artificial se populariza, questões levantadas por especialistas sobre ética e moral na robótica se tornam impossíveis de ignorar. Desde quando a tecnologia era apenas uma ideia presente nas obras de ficção científica, muitos questionavam quais os limites da aplicação da Inteligência Artificial. Em suas obras, o famoso escritor e estudioso Isaac Asimov desenvolveu as “Três Leis da Robótica”, com o objetivo de tornar possível a coexistência de humanos e robôs inteligentes.

Atrelado a expansão da era digital, vê-se também o grande desafio ético e moral para comunicar com uma máquina , por exemplo, o projeto da Unicamp na qual busca prever cegueira causada por diabetes com base em imagem de retina. Contudo, um robô não pode ferir um ser humano, deve obedecer ordens que lhe sejam dadas, acima disso define que um robô não pode causar mal a humanidade.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar esse impasse. Sendo assim, cabe às mídias, por meio dos recursos tecnológicos, divulgar na internet e programas televisivos, invenções e aprimoramentos do meio científico no que concerne a AI. O qual, entrevistem os indivíduos responsáveis pelo desenvolvimento das AI, apresentando quais as intenções de desenvolvê-las, as possíveis consequências dessa ação e as questões éticas e morais envolvidas nesse contexto. Assim, será possível informar a sociedade sobre esse assunto para que possam, posicionar-se e ter consciência de que uma criação, pode ser manejada tanto para bem, quanto para o mau, como aquela situação.