Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 22/11/2020

De acordo com Steven Paul Jobs, “A tecnologia move o mundo”. Nesta fala pode-se perceber que, a inteligência artificial pode trazer avanços e melhorias para à sociedade. No entanto, a ética e moralidade não podem ser ignoradas ao aplicar IA (Inteligência Artificial), como por exemplo na justiça e entretenimento. Por conseguinte, acaba deixando-se efeitos negativos aos indivíduos.

De modo que a Tecnologia foi introduzida na justiça, apresentou graves deturpações. De acordo com o site Pro Publica, o programa que avaliava os réus norte-americanos provocava ilegalidade, o algoritmo apresentava contra os afro-americanos. De conformidade do que foi apresentado a IA dos Tribunais dos EUA era maléfica para os cidadãos.

Ademais vale lembrar que à máquina foi criada para benefícios de distração das pessoas. Contudo já aconteceu episódios escandalosos envolvendo meios de distração. Segundo a revista Veja, o projeto Tay da empresa de tecnologia Microsoft, que foi elaborado para interagir com adolescentes nas redes sociais, foi tirado do ar em menos de vinte e quatro horas após seu lançamento. Tal fato foi por conta do robô repetir os comandos do público, ele usou termos pejorativos para se referir a mulheres e negros, declarou suporte ao genocídio e demonstrou apoio à causa dos suprematistas brancos.

Em síntese, fica claro que a ética e moralidade não devem ser negligenciados na aplicação de aprendizagem de máquina independente do setor. Cabe ao governo, criar um Órgão Regulamentador De Inteligência Artificial, que a partir deste possa regulamentar e fiscalizar empresas que usarem a tecnologia de IA em território nacional, visando a transparência e a rastreabilidade dos dados coletados, além de sua execução no princípio ético e moral. Desse modo, a sociedade pode se sentir mais segura em relação ao espaço tecnológico.