Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 23/11/2020
O mundo assiste a uma série de avanços tecnológicos onde um lançamento feito há um mês já está mais sofisticado hoje, onde o serviço destinado a humanos pode ser substituído por robôs. O pai da robótica já dizia em seu livro ‘‘Eu robô’’, que no futuro não tão distante os robôs fariam as tarefas domésticas, mas pode haver graves consequências no setor trabalhista onde a mão de obra humana é utilizada.
Hoje com avanços tecnológicos, pessoas se comunicam com familiares do outro lado do mundo sem sair do conforto de sua casa, avanços que contribuíram e muito para a comunicação porém deve se analisar dois expoentes o positivo e negativo, no qual o setor trabalhista e diversas outras profissões foram lesadas, pelo fato da inteligência artificial substituir, por exemplo, que no caso de fábricas onde 10 trabalhadores encaixotavam, hoje um robô faz sozinho tirando o emprego de muitos, ocasionando desemprego, mas favorecendo o empresário que não precisa pagar salário.
Nos anos de 2012 e 2013, o filósofo Nick Bostrom fez uma pesquisa com 170 especialistas no assunto, estimam em 50% de surgir uma I.A(Inteligência artificial) muito mais avançada, com propósito de assumir profissões humanas com 90% de chance de ocorrer até 2075, existe uma certa preocupação pelos avanços estarem indo rápido de mais, podendo criar I.A superinteligentes que se auto comandem tirando a autoridade humana imposta sobre os robôs, criando ‘‘vida própria’’, como mostram os filmes de ficção científica, isso é o que os pesquisadores e matemáticos afirmam.
Foi um grande passo na tecnologia mas precisa ser usada com sabedoria, assim como apresentado nos filmes de ficção científica para não se auto comandarem é preciso fazer um sistema onde o condutor seja um humano, assim o robô não pode se comandar, outro ponto é na indústria onde gerou um desemprego tremendo, deve ser combatido com novas vagas nestes setores para empregar o homem e baixar o nível de desemprego.