Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 23/11/2020

Cabe ressaltar a substituição da mão de obra humana por robôs como um um problema ético e moral. Sobre isso, durante a Revolução Industrial, período em que começaram a surgir máquinas com o objetivo de aumentar a produção no trabalho, houve êxodo rural em decorrência de desempregos em massa por substituição do homem.

Na animação “Wall-e”, os robôs realizam diversas funções e comunicam-se entre si. De maneira análoga, no mundo contemporâneo, a inteligência artificial está sendo cada vez mais desenvolvida. No entanto, tal fato traz também impasses éticos e morais, como desemprego e a possibilidade da Inteligência Artificial ultrapassar o ser humano.

Ademais, a legislação sobre a Inteligência Artificial deve ser priorizada e planejada. Por serem algo totalmente novo, e imprevisível, os robôs devem possuir leis e parâmetros sobre o seu comportamento, fazendo com que sua programação obedeça a normas rígidas. Dessa maneira, a sociedade estará protegida e preparada para ter em seu meio máquinas que se auto comandam.

Portanto, são necessárias ações a fim de não permitir futuros efeitos negativos. Para isso, o Poder Legislativo dos principais países desenvolvedores de IA deverá impor limites ao avanço. Isso se dará por meio de leis, que expliquem os limites éticos e morais no desenvolvimento da IA. Dessa forma, limites não serão ultrapassados e robôs e máquinas inteligentes não serão uma ameaça no futuro.