Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 23/11/2020

Isaac Asimov, conhecido como o pai da robótica, escreveu o seu livro “Eu, Robô ‘’, fala de um futuro pouco distante, onde a Inteligência Artificial (IA) é aproveitada para facilitar as tarefas antes destravadas à humanos. Fora da ficção, porém da mesma forma completa no livro, a tecnologia tem progredido de maneira impressionante desde o século XVIII com a Revolução Industrial. Atualmente, sua implementação está presente desde o mais fácil até o mais complexo dos casos. Entretanto, como também citado por Asimov, seu uso pode criar impasses éticos e morais, além de trazer riscos à humanidade. Assim, o hão de ser motivados tais, um fim de serem compreendidos e prevenidos.

Um desses riscos são a invasão de privacidade de dados da população; por isso o Brasil implementou a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - que garante, sobretudo, a segurança dos sujeitos expostos na internet. Porém, as normas são incapazes de amenizar o uso indevido de inteligência artificial, tendo em vista os casos recentes, que interferem na privacidade do usuário. Consequentemente, os sistemas de captura de dados deturpam uma moral do cidadão devido ao armazenamento ilegal de informações.

Mais um tema é a falta de controle das pessoas frente à tecnologia impulsiona o problema, são inúmeros problemas que ocasionam, tais como sites pornográficos, seu filho usar de uma forma errada, em apenas um ‘‘clic’’ podem roubar suas informações.

É necessário que as empresas privadas e o ministério público