Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 27/11/2020

A aplicação e desenvolvimento cada vez mais aprimorado colocam a Inteligência Artificial em patamares inesperados, a partir do momento em que um sistema pode aprimorar-se sem o comando humano, torna-se algo temerário, sendo incalculável o risco trazido por este perante a humanidade, esse é o ponto principal na discussão a cerca deste assunto, os limites de desenvolvimento devem ser pré-estabelecidos, visando a aceitação e compreensão da tecnologia pela população.

Estudos devem apresentar dados comprobatórios sobre os riscos, assim como deveria ser feito para a utilização de carros autonomos como os da Tesla, este que já causou acidente por tomar decisões erradas em certos momentos, é um dos principais fatores contrários a utilização massiva da IA em um mundo tão desregrado, onde os desenvolvedores não respeitam certos limites em seus desenvolimentos.

Para que a tecnologia possa ser utilizada sem que oferece grandes riscos, deve-se existir um controle sobre o desenvolvimento principalmente no “raciocínio” da máquina, não colocando-a com um desenvolvimento amplo de seu próprio conhecimento, assim, evitariamos problemas a médio e longo prazo, que seriam as temidas revoltas das máquinas, muito visto em produções cinematográficas, onde geralmente buscam destruir a humanidade.

Entretanto, a ação de maior controle parte da ética de seus desenvolvedores e “criadores”, estes sim são os responsáveis por tudo que acontecerá a partir do momento em que a máquina passa a raciocinar independentemente dos seres humanos, sendo assim, ela deve ser criada com ações predeterminadas e com um aprimoramento apenas do conhecimento voltado a esta mesma função, não sendo possível se desenvolver em outras atividades, portanto, continuaria existindo conhecimento sobre a atividade realizada e, assim, o controle necessário para manter o domínio sobre este.