Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 28/12/2020
O filme “O esterminador do futuro”, retrata maquinas humanoides que tem capacidade de destruir os homens. Entretanto, é relevante exprimir o impacto do desenvolvimento tecnológico concernente a qualidade de vida da sociedade contemporânea. Contudo, o avanço cientifíco ameaça a existência humana, visto que não se tem o conhecimento necessário para o uso pleno das tecnologias hodiernas. Diante disso, é profícuo mencionar que o uso da inteligência artificial propicia riscos de falhas, juntamente ao desemprego, dado que não se sabe ao certo se essa evolução do conhecimento será benéfica para agrupamento social.
Primeiramente, é de suma importância relatar que o uso da superinteligência, aplicada no cotitiano ameaça vidas, devido à sua pré-disposição a falhas. Destarte, cosoante o filósofo Aristóteles, “um pequeno erro no começo pode se tornar grande no final.” Sendo assim, é possível relatar como desvantagens, os carros autônomos, porquanto não se sabe se os computadores são capazes de tomar decisões racionais. De modo que os carros eletrónicos estão sujeitos ao erro, devido ao pouco conhecimento que se tem sobre essa ciência. Dado exposto, é de máximo valor que os cientistas tenham o pleno conhecimento relativo à inteligência artificial, com os requisitos de usa-lá com segurança.
Por conseguinte, o desenvolvimento tecnológico trás consigo a subtituição dos humanos no mercado de trabalho, de modo que somente mediante um computador equivale uma equipe inteira formada por pessoas. À vista disso, em consonância com o filósofo francês Pierre Lévy, toda nova tecnologia gera seus excluidos. Nessa perspectiva, é inerente denúnciar que os operários deixará de fazer parte da mão de obra, pois as grandes industrias substituirá esses indivíduos por máquinas. No entanto, para evitar que isso ocorra é primordial que o Estado providência medidas, a fim de garantir a sobrevivência da população. Isto posto, é proficiente consignar que segundo o filósofo contratualista Hobbes, é obrigação estatal assegurar a paz e o bem-estar social.
Portanto, é de extremamente necessário aludir que as novas tecnologias foi de grande proveito para humanidade, conquanto, não só está sujeita a falhas, mas também pode levá a sociedade a trivialidade. Logo, é essencial que o Estado invista em tecnologia coletiva, por intermédio de cursos técnicos, com intuito de preparar cidadãos para um mudo totalmente computadorizado. Ademais, é profícuo que as pessoas se harmonize com meios técnicos especifícos, visto que a tendência o é desenvolvimento tecnológico. Por fim, é imprescindível que o homem seja o senhor do conhecimento, para não suceder como no filme “o esterminador do futuro,” em que os humanos são infligidos pela sua própria criação.