Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 07/01/2021
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o impasse éticos e morais do uso de inteligência articial apresenta barreiras, como quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da dependência do uso de inteligência artificial, quanto da evidência da desigualdade social. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim de uma plena sociedade.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a falta de instrução correta sobre o uso da inteligência artificial, deriva da baixa atuação dos governos, não que se preocupe à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Espera à falta de atuação das autoridades, a dependência do uso de inteligência artificial é contemporâneo, mas os obtem predominam dado que a população brasileira não possui um nível educacional eficiente para usufruir do sistema ciberfísico corretamente influenciando assim, riscos nos valores éticos e morais, já que nossa vivência subordina-se um tanto dessa metodologia. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar a evidência da desigualdade social, como promotor do problema moral. Partindo desse pressuposto, o contraste da coletividade se demostra através, dos níveis sociais dado que, a quem pertence a camada superior tem acesso ao benefício tecnológico de qualidade, estampando assim a meritocracia. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a evidência da desigualdade social do uso da inteligência artificial, contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a falta de instrução correta sobre o uso da inteligência artificial, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação,será revertido em alfabetização do sistema ciberfísco, através de instituições acadêmicas, canais televisivos abertos serão mediadas aulas personalizadas de acordo ao nível do indivíduo alertando a importância, riscos e quais precauções necessárias na era tecnológica . Desse modo,atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da falta de instrução correta sobre o uso da inteligência artificial, e a coletividade alcançará a Utopia de More.