Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 12/01/2021
Com o avanço de pesquisas, no final do século XX, o mundo entrou em uma nova era da tecnologia, dentre os quais se destaca as IA- inteligências artificiais-. Nesse sentido, tal panorama facilitou a análise de estudos, por intermédios de software capaz de decifra problemas mais rápidos. Em contrapartida, nota-se que essas realidades impuseram novos desafios morais e éticos a sociedade contemporânea, como a própria autonomia das I.A. Desse modo, torna-se premente analisar os principais impactos dessa problemática: o domínio de todo uma estrutura social e a escassez de normas para lidar com as superinteligências no futuro.
Diante desse cenário, é valido prescrever que o medo da sociedade sobre as I.A está diretamente ligado ao fato de todo uma estrutura social encontram-se sobre algum software inteligente. Nesse raciocínio, acompanhamos nos últimos anos a crescente interferência das I.A sobre o cotidiano, que começa com os carros autônomos e vai até um complexo sistema de segurança nuclear. Assim, percebemos que com o passar dos anos, esse sistema tem a capacidade de se atualizar constantemente dessa maneira, muitos cientistas temem que no futuro haja uma I.A capaz de criar o caos em todo a essa sociedade conectada.
Assim sendo, outro ponto preocupante dessa pratica, é a falta de regras para o convívio harmonioso no futuro próximo. Para o cientista Stephan Hawking, os esforços para criar maquinas pensantes é uma ameaça à existência humana. Diante disso, muitos cientistas prezam para que haja leis que regem todo a criação dessas inteligências.
Fica evidente, portento, para coibir possíveis ameaças no futuro e premente que tenha pesquisas mais detalhadas sobre as escolhas dessas I.A. Diante dos fatos apresentados, medidas são necessárias para que haja proteção em eventuais ameaças das I.A. Cabe as instituições de pesquisa junto com os Governantes de cada país, desenvolver estudos mais aperfeiçoados sobre como as inteligências vão se comporta diante o domínio de toda uma sociedade. Ademais, urge a organizações mundiais fiscalizar, diante de empresas de tecnologias, como estar sendo a construção e o comportamento dessas I.A, com intuito coibir eventuais ameaças aos humanos.