Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 19/02/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pelo ONU, Orgnização das Nações Unidas, garante a todos os cidadãos o direito a dignidade e segurança. Contudo, empecilhos relacionados ao avanço surpreendente da tecnologia preocupa a humanidade. Portanto, é crucial discutir acerca de medidas para garantir o uso da inteligência artificial pelo homem de acordo com princípios éticos e morais, uma vez que já é presente na vida da grande maioria das pessoas.

A princípio, vale ressaltar que desde a revolução tecnico-informacional, os aparelhos tecnológicos facilitaram muito a vida da população e são muito comuns na sociedade. Para confirmar, segundo pesquisas do INEP, Instituto Nacional de Estatística e Pesquisa, em 2018, cerca de 63,6% dos lares brasileiros tinham internet e esse número só tende a crescer. Desse modo, fica provado que os meios tecnológicos são imprescindíveis à vida humana, pois são aplicados desde áreas médicas até o entretenimento.

Entretanto, a tecnologia muito avançada é preocupante, uma vez que pode ameaçar a vida humana e até mesmo o planeta, uma vez que detém grande conhecimento e até mesmo capacidade de aprendizado. De mesmo modo, afirmou o célebre físico alemão Albert Einsten, “a tecnologia excedeu a humanidade”, isto é, avançou além do homem e corre risco de sair de controle. Desse modo, acordos e declarações devem ser feitos, em prol da dignidade, segurança e perpetuação do ser humano e seu meio.

Nessa perspectiva, é de suma importância que a legislação, em conjunto do Ministério da Ciência e Tecnologia, garantam a tecnologia segura, por meio da criação de artigos e leis, formulados segundo debates e discussões de seus perigos, de modo consciente. Ademais, o governo , responsável pelo bem-estar geral, precisa se juntar a essa iniciativa, por intermédio da participação e incentivo de acordos internacionais, de forma a contribuir com acordos pela segurança mundial. Assim, o Brasil será o país do equílibrio entre progresso e prudência.