Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/03/2021

Como é retratado no desenho “big hero” da Disney. o Baymax, robô inflável, que está sempre pronto para cuidar de Hiro, e da sua saúde. O robô vive com o menino e o ajuda a tomar suas decisões. Similarmente com a tecnologia que vem sendo desenvolvida. E de acordo com o estudioso Isaac Asimov criou a “Lei Zero”, que define que um robô não pode causar mal à humanidade.

Por conseguinte, é notável que a robótica e a IA têm crescido muito. Porém, há impactos socio-econômicos da inteligência artificial. O mercado e a economia irão oferecer: o aumento da produtividade e o aumento da riqueza, não só, mas também, o aumento da desigualdade econômica, em virtude da função da polarização do trabalho. Os investimentos serão centrados em empresas de IA e tecnologia, visto que, o mercado de produtos e serviços crescerá U$ 36,8 bilhões até 2025. Adicionalmente, haverá desemprego em massa e o aumento expressivo da desigualdade social.

Seguidamente, a inteligência das máquinas (Machine learning), esse é um método de análise, o ramo da inteligência em que se baseia na ideia dos sistemas aprenderem com dados e evoluir por meio da aprendizagem. Identificam padrões e tomam as decisões com o mínimo de intervenção humana. E o aprendizado deverá incluir o ensinamento ético e moral de forma imparcial, sem preconceitos e discriminações. Depois, a má qualidade de dados produzirá resultados ruins e levará a organização a tomar decisões mal informadas. Sendo assim, a máquina poderá definir seus próprios limites.

Depreende-se, portanto, que devem ser promovidas políticas ue visem um  mundo melhor. Em suma, o Ministério da Segurança Pública deve insvestir em segurança cibernética que promoverá o menor risco para a população. Do mesmo modo, o Ministério da educação deverá estabelecer palestras ministradas por psicólogos, que discutam sobre as inteligências artificiais que estão presentes no nosso dia a dia. E para que por fim, a “lei zero” seja anuida.