Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 19/03/2021
No filme “Wall-e” da disney, que se passa aproximadamente no ano de 2805, mostra que os seres humanos acabam abandonando a Terra, indo viver em grandes naves, que se assemelham a spas, onde a inteligência artificial (IA) faz absolutamente tudo. É fácil observar que um impasse do uso da IA reflete no peso corporal das pessoas, que mesmo sendo um filme fictício, é de fato uma possível causa do uso excessivo da mesma. Temos conhecimento de que atualmente a tecnologia tem avançado rapidamente, porém em alguns casos isso pode interferir seriamente na saúde alheia. Não só fisicamente, ao passo que as máquinas possam fazer grande parte do nosso trabalho, mas também mentalmente. Consoante a Stephen Hawking, um dos mais proeminentes cientistas do mundo, disse à BBC que essas máquinas “avançariam por conta própria e se projetariam em ritmo sempre crescente. Os humanos, limitados pela evolução biológica lenta, não conseguiriam competir e seriam desbancados".
Por conseguinte, tendo em vista que não se trata de uma questão de ‘se acontecer’, mas sim ‘quando’, todos os riscos relacionados a esse advento devem ser considerados. Outro efeito que pode ser observado é quanto à eliminação de milhões de postos de trabalho por conta de máquinas capazes de realizar tarefas humanas. Em vista disso, líderes de empresas de alta tecnologia, como Elon Musk, da frabrincate de foguetes espaciais SpaceX, acreditam que, a longo prazo, a inteligência artificial se torn “nossa maior ameaça existecial”
Depreende-se, portanto, a necessidade de se precaver à possíveis ameaças provenientes de avançado nível tecnológico. Enfim, cabe as grandes impresas desse âmbito, como Apple, Amazon e SpaceX, a formação de grupos de pesquisa, a fim de estudar a IA, por meio de verbas destinadas ao mesmo. Logo, tais riscos podem ser gradativamente minimizados, ainda avançando quanto a tecnologia, porém de uma forma controlada.