Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 19/03/2021

Conhecido como o pai da robótica, Isaac Asimov, em seu livro “Eu, Robô”, relata histórias de um futuro pouco distante, onde a Inteligência Artificial (IA) é empregada de modo a otimizar as tarefas antes destinadas à humanos. Fora da ficção, mas também no livro, a tecnologia tem progredido de maneira exponencial desde meados do século XVIII com a Revolução Industrial.

Contemporaneamente, sua implementação está presente desde o mais trivial até o mais complexo dos casos. Portando, como também citado por Asimov, sua utilização pode criar impasses morais e éticos, além de trazer riscos à humanidade. Assim, hão de ser analisados tais fatores, a fim de serem devidamente compreendidos e prevenidos.

Por conseguinte, é pertinente trazer a concepção do filme “Matrix” sobre um mundo onde as máquinas exercem total domínio sobre os homens. Essa perspectiva, apesar de exagerada por violar as leis da termodinâmica, é um representante do que pode vir a acontecer na realidade se medidas devidas não forem tomadas.

Deste modo, há cuidados de se precaver à possíveis ameaças provenientes de avançado nível tecnológico. Entretanto, cabe as empresas maiores desse âmbito, como Facebook, Microsoft e SpaceX, a conjunção de grupos de pesquisa para o estudo de I.A. por meio de verbas destinadas aos próprios. As implicações práticas resultantes de investimentos podem levar a um acelerado nesta área, porém controlado, progresso tecno-científico. Em seguida, tais riscos tendem a ser gradativamente minimizados. Por fim, a população, em consonância com máquinas, tornar-se-á mais próxima dos contos de Eu, Robô e distante da distopia de Matrix.