Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 17/03/2021

Em diversos filmes sobre o futuro vemos a IA (inteligência artificial) se fazendo presente. No filme " Como criar o garoto perfeito", da Disney, duas estudantes decidem criar o “namorado perfeito”. Com tecnologia de ponta e inteligência artificial ele é criado e logo começa a realizar as tarefas pela qual foi designado. Seu objetivo principal era ser o namorado perfeito da Mae, uma de suas criadoras. No começo, ele cumpre bem o seu papel, porém, alguns desastres e confusões começam a acontecer e ele é tomado pelo governo.

É exatamente esses desatres e confusões que preocupam os renomados cientistas, pesquisadores e tecnólogos.

Diferente de um ser racional, os computadores e robôs com inteligência artificial não tem a capacidade ética e moral de tomar decisões, além também de por em risco a a saúde e segurança do ser humano.

Stephen Hawking expoe a sua opinião sobre o assunto e afirma: “Acredito que o desenvolvimento pleno da inteligência artificial poderia significar o fim da raça humana.”

Em tese, esses objetos tecnológicos passarão a realizar tarefas, trabalhos, construções e tudo o que fazemos, e já não terá espaço para nós. Não teríamos propósito ou motivos para se quer existir. Nossa vida se tornaria vazia e sem sentido.

Se soubermos administrar e evitar os riscos de tal tecnologia, ela facilitará muitas questões da nossa vida. Caso contrário as consequências serão catástroficas e colocará em risco a existência da humanidade.