Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 16/03/2021

Isaac Asimov, conhecido como o pai da robótica, em seu livro «Eu, Robô», retrata contos de um futuro um pouco distante, onde a Inteligência Artificial é utilizada de modo a otimizar as tarefas antes destinadas à humanos. Entretanto, como também citado por Asimov, seu uso pode criar impasses éticos e morais, além de trazer riscos à humanidade. A priori, as Inteligências Artificiais –como o próprio nome já sugere– criam questões de natureza filosófica, uma vez que geram o debate sobre o que define uma consciência. No jogo eletrônico «Overwatch» essa mesma questão gera um conflito entre Robô e Homem, onde o primeiro adquire inteligência suficiente para conceber sua própria existência e clama, assim, por igualdade. Tal assunto também é debatido pelo matemático Alan Turing, o qual desenvolveu um método conhecido como «Teste de Turing», que tem por objetivo discernir uma consciência humana de uma artificial. No entanto, nem Turing ou mesmo Asimov, entram no mérito de como evitar que tamanho nível de desenvolvimento tecnológico surja. Acerca disso, é pertinente trazer a concepção distópica do aclamado filme «Matrix» sobre um mundo onde as máquinas exercem total domínio sobre os homens, usando-os meramente como pilhas. Para tanto, cabe as grandes empresas desse âmbito, como Microsoft, Facebook e SpaceX, a formação de grupos de pesquisa para o estudo de IA, por meio de verbas destinadas aos mesmos. Por fim, a humanidade, em consonância com máquinas, tornar-se-á mais próxima dos contos de Eu, Robô e distante da distopia de Matrix.