Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/03/2021

Debate-se muito, hoje em dia, sobre o avanço da tecnologia, que está cada vez mais acelerado e sem mostrar sinais de interrupção, do mesmo modo, o uso da inteligência artificial está aumentando junto com seus obstáculos e erros ligados à ética e à segurança. Assim, é preciso que haja estudos e especializações, para que não ocorram tragédias e problemas à população por causa de um erro na tentativa de uma inteligência artificial tentar concluir seu objetivo.

De acordo com uma pesquisa da Deloitte, 32% disseram que os riscos éticos eram uma de suas três principais preocupações sobre adquirir uma IA, analisando essa informação, nota-se que é importante saber programar e alinhar os objetivos da máquina com os objetivos do ser humano. A primeira lei da robótica diz que um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal, porém há casos em que ocorrem falhas na missão de uma IA por causa de problemas na programação, podendo causar situações de vida e morte.

Além disso, a segurança cibernética é o maior risco de usar a Inteligência Artificial, de acordo com a pesquisa da Deloitte, uma IA pode trabalhar a favor de invasores e defensores, pode ser manipulada por hackers para criar códigos mal intencionados e corromper dados. Essas falhas nos algoritmos comprometem a segurança de pessoas e de empresas, tendo um vazamento de dados por causa de ataques cibernéticos e violações.

Em virtude dos aspectos abordados, é preciso que o ministério da educação faça investimentos em estudos e grupos de pesquisas, destinando verbas ao mesmo, para haver mais pessoas especializadas que consigam minimizar esses problemas e prevenir esses riscos com a inteligência artificial, fazendo com que esses impasses na ética e na segurança vão diminuindo mais rapidamente junto com o avanço tecnológico sem prejudicar o ser humano.