Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/03/2021

Em seu livro ‘‘Eu Robô’’, Isaac Asimov através das leis robóticas estabelece os limites entre a relação dos humanos e a tecnologia artificial -atingindo um processo moral e intelectual. Fora da alusão, a realidade brasileira caracteriza-se limitada ao uso da inteligência artificial, visto que, a mentalidade social retrógrada atrelada a insegurança cibérnetica levam ao impasse.

Em primeiro plano, é preciso atentar para a lenta mudança no pensamento social presente na questão. Conforme Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, é possível perceber que a questão da inteligência social é fortemente influenciada pelo pensamento coletivo, de tal forma que, as pessoas crescem inseridas em um contexto social fleumático com a ética cibérnetica, o que torna a situação complexa.

Além disso, os riscos cibérneticos são demasiados devido a falta de informação dos usuários. No episódio ‘‘manda quem pode’’ da série americana Black Mirror, é relatado um adoscente que passa por diversos problemas após ter seus dados pessoais roubados por hackers. Da mesma forma, a sociedade repudia o uso da inteligência artificial levando em conta o risco de viabilizar seus dados a uma máquina a qual pode falhar ou até mesmo ser fraudada, fragilizando os avanços da modernidade.

Portanto, ainda há entraves para garantir políticas que visem a construção de avanços tecnológicos. Dessa forma, o Ministério da Educação (MEC), em paceria com o Ministério da Segurança Pública, por meio de verbas gorvementais devem lançar campanhas midiáticas através de plataformas digitais como por exemplo o Instagram e o Facebook, a fim de sanar as dúvidas socias sobre o uso da inteligência artificial promovendo uma aceitação coletiva da mesma.