Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 17/03/2021

No filme Matrix, os seres humanos vivem suas vidas confortáveis e felizes numa ilusão, sem estar cientes de que estão em um sonho projetado por robôs que querem transformar as pessoas em baterias. Esse cenário, embora fictício, reflete no desconhecimento das pessoas em relação ao perigos das decisões baseadas em IA (inteligência artificial). Nesse contexto, são necessárias medidas para reverter esse cenário que possui base no pensamento coletivo e desinformação.

Antes de tudo, é preciso esclarecer a mudança na mentalidade social presente na questão. é possível perceber que a questão da IA é fortemente influenciada pelo pensamento coletivo, Como disse Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social despreocupado com a ética cibernética, a tendência é a população adotar esse comportamento também, o que deixa sua solução ainda mais distante.

Além disso, a falta de conhecimento dos seus consumidores servem de agravante para os riscos cibernéticos. Sem acesso a informações sérias sobre os perigos de um computador tomar decisões em seu lugar, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.

Para solucionar esses casos, o Ministério da segurança publica deve investir em segurança cibernética em união com as empresas desenvolvedoras de inteligências artificiais, conscientizando as pessoas dos riscos e precauções a serem tomadas ao se utilizar dos produtos fornecidos por estas mesmas, através de propagandas e palestras em escolas e universidades, visando atingir o maior numero de jovens possivel, que são a parcela da população que mais usufrui das IAs atualmente. Logo, tais perigos tendem a ser gradativamente minimizados, garantindo que o mundo de Matrix continue sendo apenas ficção.