Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/03/2021

Em 2008, foi lançado o filme Wall-e, no qual fala do último robô existente deixado pelos humanos para limpar o planeta compactando o lixo. Tal obra cinematográfica, prevê grandes mudanças tecnológicas, demonstradas na nave, onde os humanos habitam. Outrossim, traz também impasses éticos e morais, como desemprego, as possibilidades e os perigos da Inteligência Artificial.

Cabe ressaltar, que a substituição da mão de obra humana por robôs é vista como um problema, pois, como na Revolução Industrial, período onde começou a surgir máquinas com o objetivo de aumentar a produção no trabalho, houve êxodo rural devido aos desempregos em massa pela substituição do homem. Logo, esse contexto pode novamente se repetir com o aprimoramento de tal Inteligência, que em breve poderá realizar diversas tarefas que, hoje, ainda são realizadas por pessoas.

É válido lembrar também, o perigo envolvendo um possível ultrapassamento da inteligência artificial em relação aos humanos. No documentário “Mundo Mistério”, há 3 níveis de IA, sendo o terceiro a capacidade das máquinas de pensarem sozinhas e, consequentemente, tomarem decisões sem a necessidade de auxílio, ficando notável a periculosidade desses instrumentos chegarem a tal nível, pois com essa autonomia poderiam se revoltar contra o homem.

Portanto, são necessárias ações para evitar efeitos negativos futuros. Para isso, o poder legislativo dos países desenvolvedores de IA, deve impor limites aos avanços por meios de leis específicas, para que robôs e máquinas inteligentes não sejam uma ameaça futura.