Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 25/03/2021
A Revolução 4.0 possibilitou o avanço na inteligência artificial - I.A. - . Por conta da I.A. ter grande possibilidade de alterar o modo de vida cotidiano da sociedade, os impasses éticos e morais do uso da inteligência artificial se tornaram mais relevantes na contemporaneidade. Isso se deve ao medo populacional e a depenência da I.A. .
Nesse cenário, a falta de conhecimento, a influencia cinematrográfica e a probabilidade, quase certa, do desaparecimentos de empregos tem sufocado o povo, e acabando, por conseguinte, gerando medo. Diante disso, a influencia de filmes, como A Super Maquina, no qual um automovel possui capacidades humanas, pensar, por exemplo, e que pode tomar escolhas de modo solitário, em conjunto não só com a falta de conhecimento por parte da população, e também com a preocupação de perder o emprego. Tudo isto tem deixado a população vulnerável psicologicamente. Desse modo, fazendo com que a sociedade possua uma chance maior de adquirir depressão e ansiedade.
Além disso, a preocupação do uso exagerado da inteligência artificial no futuro, salienta a visão das pessoas diante a preblemática. No exterior, no seriado canadense The Flash, Berry criou uma tecnologia capaz de agir de forma autonoma, porém, controlada por ele. Nessa analogia, o uso corriqueiro de tecnologias semelhantes pode se tornar um hábito,que, ao longo prazo pode ser maléfico para o povo. Logo, será maior a quantidade de analfabetos digitais ativos no mundo como um todo.
Portanto, cabe a Agência Nacional do Cinema e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, controlarem a difusão de filmes de cunho científico, gerando novos empregos para isso, e palestras, nais quais, obrigatoriamente, todo cidadão deve assistir, e nelas será debatido não apenas assuntos acerca da inteligência artificial, mas também sobre a dependência tecnológica. Ações feitas por meio da verba do Estado, a fim de remover o medo tecnológico e deixar as pessoas menos dependentes, ou mais autonômas.