Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 01/06/2021
O estudo direcionado a inteligência artifícial, ou I.A., teve inicio em 1950, na Universidade de Carnegie Mellon, com os cientistas Hebert Simon e Allen Newell, tendo como objetivo desenvolver novas criações com o intuituo de criar uma máquina inteligente capaz de realizar tarefas predestinadas aos seres humanos, racionais. Atualmente, devido aos avanços no desenvolvimento tecnologico, podemos desfrutar da I.A. no uso cotidiano para analise, segurança e automação de dados, dentre outros. No entanto, as máquinas hiperinteligentes acarretam impasses éticos e/ou morais.
A atual Professora Titular do Departamento de Informatica aplicada na UNIRIO, Ana Cristina Bicharra Garcia, em uma de suas palestras diz que o sistema é capaz de aprender o que lhe foi configurado no principio. Ao analisar os preceitos no qual foram passados para a I.A., foi possivel enxergar que os sistemas inteligentes e as tecnicas de identificação de perfil racial e social podem resultar em um abuso.
Recentemente, a UNESCO publicou uma matéria na qual se intitula “Os riscos éticos da I.A.”, nela o autor expõe que “Qualquer pesquisa científica feita sem orientação filosófica ou diretrizes sociologicas ou juridicas é propensa a problemas éticos.”.
Dado o exposto, pode-se concluir que mesmo a I.A. sendo aprimorada por seus criadores e tendo a capacidade de evoluir sem intervenção humana e/ou tecnologica, ainda há muito o que aperfeiçoar para que os erros direcionados à ética e moral não seja mais uma realidade.