Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 08/06/2021
O autor de obras de ficção científica, Isaac Asimov em seu livro “Eu, Robô”, apresenta contos de um futuro remoto, onde a Inteligência Artificial é usada de modo a otimizar os afazeres antes feitos por humanos. Fora da quimera, porém ainda como no livro, a tecnologia tem avançado de maneira colossal desde meantes do século XVIII junto a revolução industrial. No presente, sua efetivação está presente desde o mais comum até o mais difícil dos casos. Todavia, como também citado por Asimov, seu uso pode criar impasses éticos e morais, além de leva riscos à humanidade. Assim, dispõem de ser estudado tais fatores, a fim de serem devidamente absorvidos e precavidos. À partida, as Inteligências Artificiais, como o respectivo nome já propõe, forjam questões de natureza filosófica, uma vez que geram a discussão sobre o que estabelece uma consciência. No jogo “League of Legends” esse mesmo ocorrido gera um debate entre Robô e Homem, onde o primeiro adquire inteligência necessária para produzir sua própria existência e brada, assim, por igualdade. Tal tópico também é discutido pelo matemático Alan Turing, o qual desenvolveu um meio proclamad como “Teste de Turing”, que tem por destino demarcar uma consciência humana de uma artificial. Contudo, nem Turing ou Asimov, entram no quesito de como eludir que tamanha proporção de desenvolvimento tecnológico surja. Presume-se, então, que seja apenas uma questão de tempo.
Por conseguinte, tendo em conta que não se trata de uma questão de “se” acontecer, mas sim “quando”, os riscos referentes a esse empeço devem ser considerados. contudo, é necessário apresentar a concepção distópica do famoso filme “Matrix” sobre um mundo onde a tecnologia exercem total controle sobre as pessoas, usando-os meramente como marionetes. Por esse ângulo, apesar de exagerada, é um lume do que pode vir a tona na realidade se medidas devidas não forem tomadas. Dessa forma, é de se compreender que, além de questões filosóficas, as vantagens da utilização das IAs podem sucumbir a desvantagens de dimensões anormais para o bem estar humano.
Depreende-se, portanto, a carência de se previnir à possíveis ameaças vindas de avançado nível tecnológico. Contudo, cabe as multinacionais desse âmbito, como Microsoft e Facebook a formação de esferas de pesquisa para o estudo da tecnologia artificial, por meio de verbas destinadas aos mesmos. Os problemas práticos resultantes de investimentos nesse setor podem levar a um rápido, porém controlado, progresso tecno-científico. Assim, os riscos tendem a ser gradativamente minimizados. Por fim, a raça humana, em avença com máquinas, tornar-se á mais adjunta das obras de Eu, Robô e longe da distopia de Matrix.