Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 21/06/2021
Na concepção do cientista Albert Einstein, tornou-se óbvio que a tecnologia excedeu a humanidade, ou seja, desenvolvê-la em prol do bem estar do cidadão virou um fim relegado. Desse contexto, faz parte a inteligência artificial, que custa de dicernimento moral e ético para transfigura-se em ferramentas do cotidiano. Visto que, tanto o habitus humando acrescentado na base de dados das máquinas, quanto o amedrontamento social gerado pela exclusão educacional dos brasileiros leigos em ciências teconlógicas, culminam no prorrogamento desse crucial avanço tecnológico.
É relelevante ressaltar, primeiramente, que a inteligência artificial assimila tudo que lhe é ensinado, porém ela não têm a capacidade de análise crítica, ou seja tal processador só poderá ter princípios sociais se esses pertencerem à sua base de dados. Esse ponto anula diversos projetos revolucionários, pelo fato de terem sido feitos por alguns indivíduos para uma sociedade repleta de minucias não abarcadas. Essa dinâmica, Pierre Bourdieu, sociólogo, nomeia de habitus, quando um grupo violenta simbólicamente outro por desconhecer o contexto no qual ele está inserido, nesse caso a máquina violenta brasileiros por ter intrínseco o habitus de seus criadores. Nota-se, portanto, que precisa haver uma regulamentação que impeça os preconceitos humanos de serem passados para os autômatos.
Além disso, cabe destacar que as evoluções ciêntificas não são compatilhadas com a sociedade coloquialmente e isso gera hesitação diante do seu acolhimento. Sobre tal situação, cabe lembrar as palavras do ativista na defesa dos direitos humanos Martin Luther king, na citação “A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justica em todo o lugar”, ou seja, não pode o Brasil afirmar ser, por lei, democrático se permite que brasileiros fiquem amendrontados com o desenvolvimento tecnológico do país, por desconhecerem o processo de atuação das novas tecnologias.
Portanto, diante dos impasses eticos e morais do uso de Inteligência Artificial, é imperativo que a sociedade brasileira elimine os impessílhos que impedem o inserimento de automatos no cotidiano. Isso deve ser feito, a priori, pelo poder execultivo, o qual deverá criar um novo espaço na constituição oficial para regulamentar os direitos humanos diante da tecnologia. Essa regulamentação deve ser baseada tanto no fazer científico quanto nas minúcias sociais, para que a máquina seja uma facilitadora social e não uma disseminadora de opressões. Após isso, é decisivo que o Ministério da Educação inicie uma campanha que desmistifique minusciosamente a forma como as redes neurais atual e apresente todas as beneces que elas podem proporcionar aos indivíduos. Esse projeto deve ter como foco instituições de ensino e mídias sociais, nais quais ciêntistas irão palestrar e tirar dúvidas sobre o assunto, para que finalmente a tecnologia seja uma aliada da humanidade.