Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 19/06/2021
Apesar da versatilidade da inteligência artificial (IA), alguns impasses éticos e morais emergem principalmente em relação ao desemprego causado pela capacidade da IA em exercer os papeis dos seres humanos no mercado de trabalho. Diante disso, se faz necessário a criação de regras para a limitação e a melhor utilização da IA nas atividades humanas.
O filosofo Aristóteles descreve em sua obra, Ética a Nincômaco o fim das atividades humanas devido a que algumas pessoas visam alcançar a felicidade em prol da riqueza e do reconhecimento. A utilização do IA em diversos campos fará o papel de concretizador dessa teoria visto que elas são produzidas com a finalidade de ocupar os papeis dos seres humanos, gerando consequentemente o desemprego de vários trabalhadores.
Diante desta possibilidade, a saída mais pratica seria pensar em vetar o avanço tecnológico, mas cientistas como Stephen Hawking afirmam que este não seria o caminho ideal, no entanto, compreender que há riscos para humanidade e que precisam ser levados em consideração seria uma melhor opção para esta situação.
Logo, faz-se necessário que a comunidade de segurança cibernética e os profissionais de IA criem regras que determinem a porcentagem de inserção desta tecnologia ao mercado de trabalho, para que maquinas e homens coexistam de forma igualitária.