Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 22/06/2021
No livro “Eu, Robô”, do mestre Isaac Asimov, vários contos seguem a mesma ideia: um robô passa a apresentar falhas inesperadas e capacidade cognitiva semelhante à do homem. Apesar de essa narrativa não ser a realidade hoje, vários sistemas de inteligência artificial estão sendo usados no mundo. Cabe à sociedade debater sobre os efeitos morais e éticos dessa tecnologia.
Antes de tudo, deve-se esclarecer o termo I.A. (inteligência artificial), pois muito se fala sobre as tecnologias do futuro como robôs e máquinas, mas pouco das existentes no mundo hoje como, por exemplo, o cartão de crédito, aplicativos de locomoção, GPS, etc. Além disso, é preciso explicar o significado do termo inteligência artificial: é um sistema programado para realizar atividades que demandam a capacidade parecida com a humana Por questões éticas e morais que envolvem esse sistema, muitos cientista e estudiosos têm receio de usá-lo. O debate gira em torno da possibilidade do sistema I.A. cometer alguma falha quando, por exemplo, for utilizada para operar meios de transporte qualquer erro cometido pode custar vidas. Outro exemplo, dessa vez na ficção do livro “Eu, Robô”, em um dos contos os robôs param de receber ordens dos agentes o que ocasiona a morte deles. Por isso faz-se necessário leis que evitem esses defeitos, semelhantes às Três Leis da Robótica que Asimov criou em suas narrativas.
A luz dessas considerações, deve-se discutir os impactos que a I.A. pode fazer na sociedade, além de evitar acidente ou falhas que possam aparecer. Portanto, a mídia deve utilizar recursos tecnológicos para divulgar invenções e melhorias no meio científico relacionados à inteligência artificial na Internet e em programas de TV. Entre eles, entrevistar os responsáveis pelo desenvolvimento da I.A., apresentando suas intenções de desenvolvê-la, as possíveis consequências dessa ação e as questões éticas e morais envolvidas nesse cenário.