Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 18/06/2021

Já faz algumas décadas que a discussão sobre as implicações éticas e morais decorrentes do desenvolvimento da inteligência artificial. A criação de robôs e máquinas hiperinteligentes promove estudos e previsões acerca do futuro da humanidade. Dentre os impasses que podem surgir desse avanço tecnológico estão: o aumento do desemprego estrutural e o descontrole gerado pelo desejo de independência das máquinas.

Em primeiro plano, uma das principais previsões acerca do futuro tecnológico da humanidade é a possibilidade da extinçao de diversos empregos e ocupações profissionais, principalmete ramos mais técnicos. Essas projeções são preocupantes e perigosas, pois a taxa de desempregos irá aumentar, resultando num menor poder aquisitivo de boa parte da população mundial, aumentando assim os níveis de pobreza.

Em segundo plano, uma das questões mais debatidas sobre o tema é a chamada “revolta das máquinas”. Na animação “Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, os robôs de uma grande corporação criam consciência de seu poder e inicia uma guerra para dominar os humanos. Apesar de seu viés cômico, o filme põe em foco o perigo alarmante do complexo de superioridade que essas máquinas podem adquirir, criando valores morais individuais que ameaçam a estrutura social em várias regiões do globo e suas consequências.

Diante disso, é necessário que governos e agências estabeleçam protocolos sugerindo revisões frequentes sobre os projetos tecnológicos. A intenção seria evitar que as máquinas substituissem os humanos em ocupações essenciais e a realização de comportamentos incompatíveis a programação original. Sendo assim, problemas e crises futuras serão evitadas, levando a humanidade a um futuro mais seguro e mais otimista.