Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 17/06/2021
Isaac Asimov, em seu livro “Eu, robô”, narra uma realidade futura onde máquinas e inteligências artificiais dominam as atividades antes produzidas por humanos. Entretanto, no Brasil atual, tendo em vista as características da sociedade moderna, tal substituição humana por máquinas não se encontra distante na cadeia evolutiva. Nesse sentido, é notório os impasses causados por tal mudança, refletindo num degradante cenário, seja pelo aumento do desemprego em todas as camadas sociais, seja pelo aumento da poluição feita na natureza.
À vista dessa problemática, vale destacar a falta de empregos gerada em meio ao caos realizado alteração vivenciada. Nessa perspectiva, encontra-se a Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra na segunda metade do século XVIII, onde ocorreu a modificação da manufatura pela maquinofatura. Nesse contexto, ocorreu a superlotação das cidades, aumento da insalubridade em virtude das péssimas condições das fábricas, além do grave aumento do desemprego sofrido, tal desemprego, acaba por gerar uma piora na qualidade de vida do corpo social. Dessa forma, é evidente que tal falha histórica ainda não foi resolvida, tornando à modernidade um espelho da revolução industrial.
Outrossim, vale ressaltar os danos sofridos pela fauna e flora brasileiras. Nesse panorama, o filme “Wally”, mostra uma realidade onde a raça humana é expulsa da terra em virtude da poluição, que tirou qualquer condição de vida no planeta. No entanto, fora da ficção, a cultura de poluir rios e florestas ainda é pertinente pela ignorância social acerca de sua importância para o estabelecimento humano no Planeta “Água”, ocasionando, consequentemente, a crescente diminuição de espécies de animais e plantas. Sendo assim, sem intervenções governamentais eficazes, perdura o desprezo quanto ás condições básicas de vida.
Verifica-se, portanto, que à problemática continua a ser um desafio histórico enfrentado no país. Logo, a Secretaria Especial do Trabalho deve realizar a valorização da dignidade humana quanto ao seu emprego, por meio da criação de incentivos fiscais que impulsionem empresas a contratação de humanos para seus cargos, uma vez que o incentivo financeiro possui grande influência para tais empresas, tal ação tem o objetivo de amenizar o número de desempregados no país, assim, viabilizando uma melhora na sociedade. Além disso, o Poder Legislativo – em sua posição de assegurar as melhores condições possíveis dentro do Brasil - , deve promover a valorização da natureza, por meio da criação de leis severas que punam grandes empresas que jogam dejetos poluidores em rios e florestas, com o objetivo de assegurar uma diminuição de áreas poluídas, dando importância ao meio ambiente brasileiro. Com tais implementações, será possível um desenvolvimento no Brasil.