Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 17/06/2021
O Exterminador do Futuro é uma franquia de filmes que retrata uma revolta de robôs dotados de inteligência artificial. Contudo, embora essa narrativa possa até parecer distante da realidade, muitas pesssoas temem o que de fato acontecerá quando as máquinas “pensarem”. Baseado nisso, surgem impasses éticos e morais, que freiam, o avanço desse tipo de tecnologia. Sendo eles: A independência desses novos “seres” e o futuro dos humanos dentro dessa perspectiva.
Certamente, um dos grandes entraves da inteligência artificial seria: como viveriam os robôs pesantes? Talvez eles trabalhem 8 horas por dia, invistam na bolsa de valores, paguem impostos e busquem sua alma gêmea. Afinal, é basicamente isso que um ser pensante faz. Entretanto, não são essas coisas que muitas pessoas pensam sobre a independência dos “testas de ferro”. Na verdade, muitos só esperam quando eles tomarão o controle do mundo, com a “Skynet” fez no filme “Exterminador do Futuro”.
Mesmo que, os robôs coexistam independentemente com as pessoas, os humanos certamente perderiam muito espaços para essa “nova espécie”. Qualquer tipo de serviço repetitivo seria executado pelas máquinas, e elas, por conseguinte, conquistariam cada vez mais espaço nos mercados que demandam raciocínio. Funções que demandam frieza, cautela e precisão também seriam “automatizadas”. Ou esses “indivíduos” sentiriam emoções? Como o “T800” interpretado por “Arnold Schawarzenegger, que se emocionou em” em “Exterminador do Futuro 2. Isso só o futuro dirá, mas se os “portadores de IA” se emocionarem, talvez se sintam mal com a forma que os humanos usam-os.
No fim das contas, todos esses imapasses ou possíveis consequências só serão respondidos pelo futuro. Até lá, cabe aos cientistas e pesquisadores informar à socidade com o que e como, puderem. Seja por redes sociais, reportagens ou via rádio. Pois só até as máquinas pensantes estarem entre nós, essas informações bastarão.