Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 22/06/2021
No filme Wall-e, da Disney, os conhecimentos possuem habilidades, além de interagirem entre si, adquirindo assim características humanas. De maneira análoga acontece no mundo contemporâneo, visto que, a Inteligência Artificial tem se desenvolvido cada dia mais causando impasses éticos e morais na sociedade. Dessa forma, cabe analisar tais impasses, tendo em vista o desemprego e a possível substituição do homem pela tecnologia em gerações futuras.
Em primeiro plano, sabe-se que, com o avanço da tecologia, que teve início na Revolução Industrial, várias pessoas ficaram desempregadas, pois tiveram sua função de trabalho substítuida. Tal fato ocorreu devido à criação das máquinas, que passaram a tomar conta de cargos de trabalho que antes eram realizados por pessoas. Segundo o filósofo sueco Nick Bostron, as máquinas são indiferentes aos seres humanos em sua capacidade e habilidade. Dessa maneira, à medida que a tecnologia vai ganhando espaço, os índices de desemprego também aumentam.
Segundo o físico Albert Einstein, a nossa tecnologia ultrapassou a nossa humanidade. Entretanto, é perceptível que a tecnologia tem se desenvolvido aceleradamente de modo que tem facilitado a vida do ser humano. Com isso, pode-se exemplificar através das personalidades digitais, como a Siri e a Alexa, robôs iteligentes que prestam ajuda e fazem companhia aos humanos. Dessa forma, se robôs desse tipo se desenvolverem ainda mais, poderão substituir os papéis humanos.
Sendo assim, medidas devem ser tomadas para combater esse cenário. O Governo Federal deve implementar leis que limitem o avanço da tecnologia de modo que não permita que seu desenvolvimento ultrapasse as capacidades humanas. Assim, a tecnologia não substituiria o ser humano e nem haveria altos índices de desemprego.