Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 20/06/2021

No filme “Eu, robô” os robôs são utilizados para servirem os humanos. Porém, o detetive Del spooner, interpretado pelo ator Will Smith, é chamado para investigar a morte de um velho amigo. Onde o principal suspeito é um autômato. Associando o filme aos impasses éticos e morais do uso de inteligência artificial (IA), ficam evidentes duas coisas: A substituição de mão de obra humana pela robótica e os perigos do uso dessa tecnologia.

Em primeira análise, Segundo o artigo 23° da declaração universal dos direitos humanos, todo indivíduo tem direito ao trabalho. Infelizmente, esse direito não é exercido corretamente no Brasil, visto que ainda existe uma grande taxa de desemprego, que em um futuro próximo pode aumentar consideravelmente com o uso da tecnologia em excesso, empregos como caixas de supermercado e cobradores de ônibus se tornariam obsoletos, aumentando ainda mais esse número. Visto que, as atividades laborais com a IA são produzidas de forma mais lucrativas.

Ademáis, Segundo o cientista Stephen Hawking, a falta de parâmetros éticos ao criar uma Inteligência artificial pode comprometer a vida humana. Já que possuem a capacidade de acumular conhecimento e, podem não aceitar as funções que são impostas pelos seres humanos, podendo assim, no futuro, não seguirem a primeira lei da robótica criada pelo estudioso Isaac Asimov, onde diz que um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um indivíduo sofra algum mal. O que causa insegurança por parte da população quando se trata do uso da IA.

Dessa forma, para o fim dos impasses éticos e morais do uso de IA, cabe ao Governo Federal impor uma lei que defina uma porcentagem de trabalhos feitos por IA numa empresa. Para que, assim, o desemprego não aumente drásticamente. E as empresas que criam as máquinas devem ensinar como as máquinas funcionam e o por que delas não serem perigosas por meio de palestras com os robôs, comerciais mostrando como funcionam, pontos em que a população poderá entrar em contato com os robôs, para assim a população não temer a existência deles.