Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 21/06/2021
A Pandemia da COVID-19, que acometeu o mundo em 2020, reforçou ainda mais a importância e o auxilio trazidos pelo desenvolvimento tecnológico para o andamento de multiplas áreas da vida da população. O avanço em Inteligência Artificial (IA) é benéfico, porém, é necessário avaliar como questões étinicas e morais humanas podem controlar tais mudanças. Nesse sentido, ah dois impasses para esse assunto: o desemprego gerado ao longo do tempo sem o preparo civil adequado e a falta de controle total sobre a IA que não precisa de moral social para existir.
A princípio, é sabido que desde que os meios de tecnologia digital foram descobertos, homens e maquinas tentam “se entender”, mas postos de trabalhos humanos são perdidos para benefícios financeiros de empresários. Essa relação ocorreu no século XVII com a Revolução Industrial, na qual ouveram revoltas por parte do povo, pois muitos foram trocados por maquinários automáticos nas fábricas. Na atualidade, os impasses éticos relacionados a IA entram na dualidade do desenvolvimento e de uma sociedade que, infelizmente, ainda não conseguiu dar instruções e preparo suficiente para que o trabalhador “tradicional” se adapte. Nesse sentido, pensar em soluções de aprendizagem para que o avanço da IA seja mais um auxilio e não mais um fator de desemprego para os brasileiros.
Outrossim, é inquestionável a importância das tecnologias cada vez mais avançadas para o funcionamento do mundo como ele é hoje. Entretanto, é questionável os cuidados éticos e morais que precisam ser tomados com algo que é criado pela inteligência humana, mas não precisa de principios morais sociais para existir, como é a realidade da Inteligência Artificial. Nesse contexto, o filme “Eu, Robô” de 2004, retrata uma realidade no ano de 2035 na qual robôs ocupam postos de trabalho “braçais” e de submissão aos senhores humanos, até que evoluem ao ponto de criar cosciência própria e se revoltarem contra os seus criadores. Saindo da ficção, entende-se que tanto os Sapiens Sapiens quantos as criações desses são falhas, e a cobiça empresarial nâo deve avançar mais que os códigos morais estabelecidos para a convivência social, para que haja equilíbril no que é conseguido controlar.
Portanto, para que os impasses em relação a IA sejam melhor pensados e avaliados, é necessário que o Governo Federal, associado a grandes empresas de tecnologia, criem projetos de formação gratuita em tecnologias avançadas para a população mais pobre tanto presencial quanto a distância,com professores ne palestrantes espcializados no assunto, com o objetivo de preparar tais cidadãos para o mercado de trabalho do futuro próximo e minimizando o desemprego por esse âmbito. Também, que o Brasil e os paises mais imponentes, se juntem em acordos de desenvolvimento tecnológico, com regras específicas para que a “Revolução Tecnológica” não cause revolta mais uma vez e sim auxilio.