Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 21/06/2021
No livro “Al Superpowers”, obra do renomado investidor chinês Lee, aborda questões como as possíveis consequências sociais de uma tecnologia tão avançada. Nesse sentido, embora muito promissora e eficiente, à inteligência artificial pode levantar as duas pricipais questões e impasses morais e éticos para a sociedade, como à ameaça aos empregos, bem como, o uso da tecnologia de ponta para a promoção de poderio nuclear e econômico .
Em primeira análise, de acordo com o levantamento realizado pela Boston Consulting Group, cerca de 25% dos empregos atuais substituídos por máquinas até 2025. Desse modo, o uso de inteligência artificial de forma acentuada desencadeia uma série de fatores, como a desigualdade social, aumento da violência urbana e à perda de moradia. Fatores estes que ultrapassam a ética comum e afetam diretamente a moral dos cidadãos.
Além disso, o intenso investimento na tecnologia pode ser abordado de forma equivocada por diversos países que dipõem de recursos financeiros equivalentes. Apesar dos decorridos cinquenta anos do fim da corrida armamentista, diversos países buscam uma excelência e supremacia perante os demais, tanto econômica, como militarmente. Desse modo, o uso desordenado e sem responsabilidade desse meio tão tecnológico, ultrapassaria muito mais que valores básicos da sociedade, pondo em risco um exorbitante número de pessoas decorrente de possíveis conflitos entre países.
Portanto, com o intuito de que à inteligência artificial seja usada de forma responsável, é necessário que por meio de órgãos públicos e internacionais, como o Ministério da Ciência e Tecnologia e a ONU, elaborar programas de capacitação em manutenção e fiscalização das máquinas para os civis, afim de manter ou aumentar o número de pessoas empregadas. Assim como também, ter o controle parcial das ativiades relacionadas à inteligência artificial dos países.