Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 22/06/2021

Desde muito tempo as novidades amedrontam o ser humano e é quase impossível não pensar com receio no desenvolvimento de tecnologia artificial, devido à filmes como “Os Vingadores: A Era de Ultron”, onde os robôs concluem que para ser alcançada a paz seria necessário destruir a raça humana. A partir da iminente criação de sistemas superinteligentes é preocupante a possibilidade de divergências, a substituição da mão de obra e o medo da população de perder seus empregos.

Primeiramente, no jogo “Detroit Become Human” é possível enxergar problemas com androides hiper-inteligentes, que realizam trabalhos como babá, cuidadores de idosos, segurança, o que torna o mercado de trabalho estreito para a classe menos favorecida, assim como no início da Revolução Industrial, onde os operários foram demitidos em razão da melhor eficiência de produção pelas máquinas. Com isso, seria inevitável discordâncias da população diante de algo considerado ameaçador para seu sustento.

Ademais, as consequências do advento da tecnologia artificial ainda são inclaras por ainda estar em desenvolvimento, com isso, torna-se questionável em que situação nos encontraremos no futuro. Dessa forma, os carros inteligentes são alvos de críticas, mesmo com propóstas admiráveis de melhoria no trânsito, conforto ao passageiro e prevenção de acidentes, o que por ter função de transportar vidas se torna sendo inseguro, pois é fato que nada é isento de falhas.

Portanto, é preciso que as lideranças mundiais fiscalizem o desenvolvimento de suas tecnologias artificais, com a criação de órgãos direcionados para a área, exigindo das empresas desenvolvedoras os protocolos de segurança para o que está em inovação traga bons resultados para a população em geral, e não seja um “Ultron” que ameace os seres humanos, além de evitar impactos na renda de famílias que exercem serviços básicos.