Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 21/06/2021
Isaac Asimov, escritor e bioquímico norte-americano, conhecido como o pai da robótica, em seu livro “Eu, Robô”, retrata contos de um futuro pouco distante, onde a Inteligência Artificial (IA) é utilizada de modo a otimizar as tarefas antes destinadas à humanos, causando problemas éticos e morais, como desemprego e a possibilidade da IA ultrapassar o ser humano.
Primeiramente, devemos análisar que se a Inteligência Artificial dominar o mundo de verdade, o índice de desempregados irá aumentar. Durante a Revolução Industrial, período em que começaram a surgir máquinas com o objetivo de aumentar a produção no trabalho,houve uma grande revolta dos homens por terem sido substituidos. Logo, esse contexto pode se repetir com o aprimoramento da Inteligência Artificial que em breve poderá realizar diversas tarefas que, hoje, ainda são realizadas pelo homem.
Ademais, é válido resaltar o aprimoramento da IA ultrapassar o pensamento do ser. Acerca disso, segundo o documentário “Mundo mistério”, existem 3 níveis de IA, sendo o terceiro a capacidade dos robôs pensarem sozinhos, consequentemente, tomarem decisões sem o auxílio humano.
Portanto, é necessário haver condições para que essa Inteligência Artificial não ultrapasse os limites colocados. Para isso o Poder Legislativo dos principais países de desenvolvimento de IA deverá impor limites ao avanço desta. Isto se dará por meio de leis, que expliquem os limites éticos e morais no desenvolvimento da Inteligência Artificial. Dessa forma, limites não serão ultrapassados e robôs e máquinas inteligentes não serão uma ameaça no futuro.