Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 22/06/2021

O avanço tecnológico no mundo atual é irrevogável, a tecnolgia entrou no cotidiano dos cidadãos o facilitando com infinitas possibilidades. Ela cresce cada vez mais, por exemplo, já está sendo criado robôs com inteligência artificial que se parecem com os humanos. Contudo, a tecnolgia mesmo sendo essencial, atualmente, seu avanço provoca impasses éticos e morais como o aumento da taxa de desemprego e a desumanização do mundo.

Com a revolução industrial, a sociedade aprendeu a aprimorar sua forma de trabalho para alcançar lucros mais altos. Desse tempo para hoje, o sistema mudou completamente, substituindo pessoas por máquinas que  são mais eficientes, por trabalhar por mais horas de forma precisa. Segundo uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial, sete bilhões de empregos vão ser extintos por causa da tecnologia, ou seja, além de haver uma substituição haverá uma redução, pois uma máquina não precisa de tantas “etapas” para concluir um trabalho. Consequentemente muitos trabalhadores perderam seus empregos, portanto, por mais lucradora que  esse novo esquema de trabalho seja, desestabiliza toda a comunidade.

A utilização de robôs no cotidiano torna tudo mais eficiente, porém surge a questão de que, até onde esse lucro é ético ou até mesmo funcional. Por exemplo na serie “Grey’s anatomy” estavam tentando salvar um bebê com sinais vitais baixos, o doutor então, tem a ideia de colocá-lo em seu colo, a partir disso a saturação do recém nascido volta a subir. Ou seja, por mais que um robô faça um trabalho mais preciso e bem feito, o tato humano é essencial nas relações sociais. A inteligência artificial é sim um projeto que pode levar o mundo a uma nova era, porém o uso dela tem que ser controlado, pois no fim, o planeta precisa da humanidade.

Dessa forma, as máquinas podem ser utilizadas, mas sem substituir o homem. As regras não devem ser quebradas, um robo vem sempre depois do humano esse uso tem que ser baseado na ética e moral. Os cidadãos podem trabalhar e conviver com as máquinas não sob elas.