Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 02/08/2021
De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, anomia significa o mau funcionamento de algum reino moral, ou seja, um problema que dada sociedade enfrenta. De maneira análoga, percebe-se que o Brasil possui uma anomia: os impasses éticos e Morais do uso da inteligência artificial. Diante desse cenário, isso se dá, inegavelmente pelo desemprego gerado, como também ao lixo produzido.
Conforme William James, “o ser humano pode alterar a sua vida mudando a sua atitude mental”. Nessa visão, sem a devida consciência intelectual, em atividades que envolvem o trabalho assalariado, o ser humano pode ser gradativamente substituído para o uso de robôs que pode desempenhar a mesma função, em menos tempo e em um custo menor. Dessa forma, causando um amplo desemprego populacional, assim, em razão de ser um fato frequente habitual, a sociedade inserida nesse contexto, tende a estereotipar a problemática como um evento normal.
Ademais, outro fator que corrobora a anomia de Durkheim, é, a eventual poluição. Isso influi na problemática vivenciada pelo fato de que há uma ampla produção de produtos baseados na inteligência artificial, porém com a utilização de materiais tóxicos que eventualmente geram riscos aos humanos, tanto como facilita a degradação ambiental.
Logo, deve-se ressaltar a ausência de medidas administrativas para combater os impasses éticos e Morais do uso da inteligência artificial. Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham amenizar os problemas gerados pelo uso da inteligência artificial. Por conseguinte, cabe ao Ministério do meio ambiente por meio da criação de leis que determinem as empresas a produzir produtos com qualidade certificada e que não provoque danos ambientais.