Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 13/10/2021
Na sociedade contemporânea, observa-se que o advento tecnológico, impulsionado pela Revolução Industrial, estimulou o uso de sistemas cibernéticos voltados à indústria, ao comércio e também ao governo, porém tal fator tem contribuído para os impasses éticos e morais quanto ao uso da inteligência artificial, por exemplo. Sob este viés, é visto que, incessantemente, a velocidade de criação tem transformado o cotidiano dos indivíduos e que além disso, os avanços técnico-científicos proporcionaram riscos e dilemas como a proteção de dados, afinal o cidadão, cotidianamente, está conectado às novas informações. Dessa forma, a Carta Magna fundamenta a segurança às bases pessoais, apesar de que essa ainda não é eficaz, sendo imprescindível firmá-las para que o perigo da inteligência artificial seja mínimo.
Nesse cenário, a intelecção sintética tem causado impasses éticos e morais. Sob tal ótica, é tido que a possibilidade de falha das máquinas aliada a falta de entendimento do público tem aumentado o receio da sociedade, afinal a maneira como tais sistemas equilibram as informações é algo recente. Além disso, a complexidade tecnológica tem gerado consequências como, por exemplo, o controle de dados, afetando a proteção individual. Dessa forma, o inventor e empresário Steve Jobs cita “A tecnologia move o mundo”, de tal maneira que a mesma tem sido aprimorada ininterruptamente.
Correlativamente, a ineficácia legislativa corrobora com a problemática. Nessa lógica, a gestão governamental deveria fundamentar os preceitos éticos, a fim de conter a proteção de dados - fator que se distancia - afinal a invação cibernética à segurança de informações é um dos desafios morais quanto ao uso da inteligência artificial, uma vez que essa é capaz de controlar sistemas automotivos, mas também uma rede social. Dessa forma, a Constituição Federal assegura a fixação de dados, inclusive nos meios digitais, mas essa ainda não é favorável a toda comunidade.
Diante do exposto, é necessária a afirmação da aquiescência pela população, dado que desde o século XX, com o advento da tecnologia na Revolução Industrial, os impasses éticos têm aumentado. Destarte, os indivíduos, em conjuntura com órgãos informacionais e associações governamentais, a fim de minimizar o controle da inteligência artificial, deveriam aprimorar o entendimento quanto ao uso das tecnologias, estimulando a psíquico e o físico para possíveis consequências cibernéticas. Tal medida poderá ser feita por meio de associações computacionais. Além disso, o Governo Global deveria firmar as causas legislativas para minimizar o controle de dados individuais e maximizar os preceitos éticos e morais.