Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 13/11/2021
Platão, filósofo da Grécia, acreditava que era necessário viver bem, ou seja, valorizava a qualidade de vida, mais de 200 mil anos depois viver bem ainda é um desafio na sociedade, pois a inteligência artificial(IA), apesar de ter trago desenvolvimento tecnológico, trouxe também impasses éticos e morais. Nessa lógica, é preciso analisar como a falha estatal e a maldade humana corrobora para o empecilho.
Sob esse viés, é imperioso destacar que a indiligência do Governo potencionaliza o problema. Nesse sentido, Thomas Hobbes, filósofo contratuaista, defendia que é dever do Estado tomar medidar para gerar desenvolvimento social. Todavia, esse compotamento não é característica do Governo atual, uma vez que as pessoas perdem seus empregos e são substituidas por máquinas, como quando os atendentes do Bradesco foram trocados pela Bia- uma IA que auxilia os usuários do banco-. Desse modo, as pessoas sofrem, porque ficam com menos oportunidade de conseguir empregos, assim, enquanto o Estado não cumprir com suas obrigações, a IA continuará à aprensentar dilemas éticos.
Além disso, a maldade humana é outro motivador da problemática. Sob tal apontamento, Marthin Luther KIng arqumentava que a falta de justiça em qualquer lugar é uma afronta à justiça em todos os lugares. Contudo, hodiernamente, a coletividade se afasta da máxima do líder americano, haja visto que as pessoas abusam da inteligência artificial para cometer crimes, como os hackers que invadem os sistemas inteligentes que controlam os bancos e roubam dinheiro sem se importar com a justiça. Dessa maneira, é inadmissível que esse cenário infeliz e imoral continue a perdurar.
Portanto, nota-se que os principais motivadores do empicilho são a fla estatal e a falha social. Logo, o Governo, como orgão máximo de instância de instância política, deve, por meio de verbas públicas, promover propagandas publicitárias que serão tranmitidas nas mísias sociais e mostrarão e influenciarão a população a não usar a inteligência artificial de forma a prejudicar o tecido social. Assim, o intuito de tal medida é conscientizar as pessoas e buscar que a socidade consiga “viver bem”, assim como Platão valorizava.